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Notícies :: globalització neoliberal
Proudhon e o Comércio Internacional
11 oct 2003
Proudhon e o Comércio Internacional ou como
Internacionalizar o Progresso Social
Proudhon e o Comércio Internacional ou como
Internacionalizar o Progresso Social

A questão do comércio internacional é um tema central da economia política no início do século XIX. Todavia, se os socialistas franceses estudavam pouco as trocas internacionais, Proudhon, contrariamente à maior parte entre eles, não recusa o debate. Concedendo bem que, qualquer que seja o futuro da sociedade, nenhuma não pode viver separada dos seus vizinhos, ele vai procurar quais devem ser as relações económicas que unem muitos países.
    Não é uma nota de rodapé da edição Rivière do Sistema das contradições económicas que me deu a ideia de fazer este artigo. Neste, Roger Picard afirma que a teoria proudhoniana do comércio internacional é similar, por um lado, áquela que expõe Frédéric List no Sistema nacional de economia política surgido em 1841 e, por outro lado, áquela de Américain Carey nos Princípios da Economia Política de 1840 (22).
    Afim de verificar esta questão, é necessário melhor conhecer a posição proudhoniana sobre este tema. Nós veremos pois quais são as críticas de Proudhon diante do livre-câmbio, já que, sobre este sujeito, ele opõe-se aos economistas e nomeadamente aos representantes da Associação Central para a liberdade das trocas em França (Bastiat, Ad. Blanqui Passy, Dunoyer, Wolowski…) e da lei nacional anti-cereal da liga fundada por Cobden. Entretanto, Proudhon não afasta os aspectos positivos que pode revelar a liberdade do comércio. Desta visão dicotómica do problema, ele desempenha uma doutrina própria do comércio entre nações: a mutualidade comercial. Ela só pode ser atendida com a ajuda do critério da justiça e pode assim tornar-se um instrumento revolucionário para as nações mais desfavorecidas. Bem entendido, esta mutualidade comercial inscreve-se preferencialmente no quadro federal.
    Acima de tudo, é conveniente precisar o contexto no qual escreve Proudhon e ver nomeadamente se existem bens conceptuais entre proteccionismo e socialismo depois de evocar os principais tratados das doutrinas de List e de Carey.
O fim do século XVIII é um período onde o livre cambio é uma teoria na moda. Smith enuncia a lei das vantagens absolutas e Ricardo, por seu lado desenvolve a teoria das vantagens relativas. Ao mesmo tempo, a Inglaterra beneficia de uma superioridade político - económica diante do mundo inteiro. Esta conjunção acalma esta nação apesar de todo o seu peso para que a liberdade do comércio se desenvolva sobre todo o global.



Apresentamos a Actualização de Outubro do site
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Com a introdução de um novo texto intitulado

Proudhon e o Comércio Internacional ou como
Internacionalizar o Progresso Social

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Segue-se excerto do texto que pode ser lido na íntegra em http://www.franciscotrindade.com.
Responsável técnico máximo, como de costume
José Carlos Fortuna.
Saudações proudhonianas
Até breve
Francisco Trindade
Sindicat