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Notícies :: criminalització i repressió
O supremo defende a liberdade de expressão de quatro nacional socialistas
04 jun 2011
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Barcelona - 04/06/2011

O supremo defende a liberdade de expressão de quatro nacional socialistas.

Os mesmos que escreviam, editavam e vendiam livros que denunciavam as imposturas do sistema.

Adolfo Prego (presidente), Miguel Colmenero (ponente), Alberto Jorge, Diego Ramos e Andrés Martínez Arrieta (que discordou da sentença em um voto particular) absolveram ontem a Juan Antonio Llompart, Ramón Bau, Óscar Panadero e Carlos García, - membros do Círculo de Estudos Indo Europeus – que se encarregavam de escrever, editar, difundir e vender obras anti- sistema denunciando as arbitrariedades do “democratismo” cometidas no sentido de impedir a liberdade de expressão. Sob a ótica oftálmica dos “bonzinhos” pseudo- democratas que se apresentando como paladinos da justiça e defensores da sociedade, os mesmos membros dessa sociedade colonizados e programados poderiam ser “vítimas” de pessoas tão “perigosas”, que estaria sujeita a sofrer a influencia dos mesmos.

Os magistrados do supremo espanhol entendem que a constituição não proíbe a defesa ideológica, por mais rechaçada que possa ser considerada. A perspectiva dos valores constitucionais e dos direitos fundamentais e liberdades públicas estão amparadas pela liberdade de expressão. Como também se baseiam em que segundo a difusão dessas ideias, não constituem uma incitação nem direta, nem indireta ao crime, nem supõe a criação de um clima capaz de provocar sentimentos que possam dar lugar a algum risco que poderia insuflar as pessoas a cometerem atos de discriminação, ódio ou violência contra determinado grupo de pessoas.

E esse clima de opinião que pudesse dar lugar a um perigo, não ocorre na sociedade espanhola atual. Essas ideologias continuam a existir, uma vez que elas podem ser refletidas legitimamente pelos historiadores que observaram e estudaram esse período da história.

Em 2003 as quatro pessoas acima mencionadas, que foram absolvidas, venderam livros que tratavam sobre o tema do nacional socialismo e questionavam o holocausto judeu pela forma como o mesmo era promovido e divulgado, além da proibição coercitiva e a intocabilidade em poder realizar qualquer estudo, investigação ou comentários contrários a versão oficial sobre o tema, fazendo do mesmo um verdadeiro tabu.

Ramon Bau, presidente do circulo de estudos Indo Europeus escreveu que ao nacional socialismo eram atribuídos falsos crimes, além de defender a importância da eugenia como ciência capaz de beneficiar biologicamente a humanidade.

Panadero, delegado do grupo em Catalunha e dono da livraria, administrava o local em que se vendiam livros que apresentavam provas da existência de um poder praticamente incontrolável de sionistas nos meios de comunicação, na política, na economia e na sociedade em geral.

Carlos Garcia era autor de reflexões, que defendiam a cultura europeia contra colonização e a programação imposta de forma subliminar, ostensiva, desumana e violenta pelos Estados Unidos da América do Norte.

E a editora de Juan Antonio Llompart, comercializava livros considerados pelo mesmo, educativos e de utilidade pública.

Apesar dos comentários pejorativos e odiosos feitos às pessoas acima mencionadas, acusando-as de divulgarem mensagens “racistas”, ficou provado que as mesmas careciam do mínimo de condições capazes de amparar as acusações de discriminação.

A bem da verdade justiça foi feita, os acusados injustamente, foram absolvidos, só nos resta comemorar a vitória da liberdade de expressão e da jurisprudência criada capaz de evitar que a manifestação das ideias por palavras escritas, através de livros sejam censuradas, proibidas e queimadas, como aconteceu com Pedro Varela, dono da livraria Europa que, no momento, ainda se encontra preso.

Extraído do GEH
Grupo de Estudos Humanus

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Comentaris

Re: O supremo defende a liberdade de expressão de quatro nacional socialistas
05 jun 2011
Quem são os anti-semitas?

Veja e ouça o documentário "A história do sionismo", produzido por um judeu.

http://www.youtube.com/watch?v=ZeR1x4TZ280&feature=player_embedded

GEH
Grupo de Estudos Humanus
http://www.geh.com.br/forum/viewtopic.php?f=62&t=6403&st=0&sk=t&sd=a&sta
Re: O supremo defende a liberdade de expressão de quatro nacional socialistas
06 jun 2011
El supremo defiende la libertad de expresión de cuatro nacional socialistas.
Los mismos que escribían, editaban y vendían libros que denunciaban las imposturas del sistema.

Adolfo Prego (presidente), Miguel Colmenero (ponente), Alberto Jorge, Diego Ramos y Andrés Martínez Arrieta (que discrepó de la sentencia en un voto particular) absolvieron ayer a Juan Antonio Llompart, Ramón Bau, Óscar Panadero y Carlos García, - miembros del Círculo de Estudios Indoeuropeos – que se encargaban de escribir, editar, difundir y vender obras anti- sistema denunciando las arbitrariedades del “democratísimo” cometidas en el sentido de impedir la libertad de expresión. Desde el punto de vista oftálmica de los “buenitos” pseudo- democrátas que se presentando como paladinos de la justicia y defensores de la sociedad, los mismos miembros de esa sociedad colonizadas y programadas podrían ser “víctimas” de personas tan “peligrosas”, que estarían sujetos a sufrir las influencia de los mismos.

Los magistrados del supremo español entienden que la constitución no prohíbe la defesa ideológica, por más rechazada que pueda llegar a ser considerada. La perspectiva de los valores constitucionales y de los derechos fundamentales y libertades públicas están amparadas por la libertad de expresión. Como también se basan en que según la difusión de esas ideas, no constituyen una incitación directa o indirecta al crimen ni supone la creación de un clima capaz de provocar sentimientos que puedan dar lugar a algún peligro que podría insuflar a las personas a cometer actos de discriminación, odio o violencia contra determinado grupo de personas.

E ese clima de opinión que dé lugar a un peligro, no ocurre en la sociedad española actual. Esas ideologías continúan existiendo, una vez que ellas pueden ser legítimamente reflejadas por los historiadores que observan y estudian ese período de la historia.

En 2003 las cuatro personas arriba mencionadas, que fueran absueltas, vendieron libros que trataban sobre el tema del nacional socialismo y cuestionaban al holocausto judío por la manera como él mismo era promovido y divulgado, además de la prohibición coercitiva y la intocabilidad en poder realizar cualquier estudio, investigación o comentarios contrarios a la versión oficial sobre el tema, haciéndolo un verdadero tabú.

Ramon Bau, presidente del círculo de estudios Indoeuropeos escribió que falsos crímenes eran atribuidos al nacional socialismo, además de defender la importancia de la eugenesia como ciencia capaz de beneficiar biológicamente a la humanidad.

Panadero, delegado del grupo en Cataluña y dueño de la librería, administraba el local donde se vendían los libros que presentaban pruebas de la existencia de un poder prácticamente incontrolable de sionistas en los medios de comunicación, en la política, la economía y en la sociedad en general.

Carlos García era autor de reflexiones, que defendían a la cultura europea contra la colonización y la programación impuesta de manera subliminar, ostensiva, deshumana y violenta por los Estados Unidos de América del Norte.

Y la editora de Juan Antonio Llompart, comercializaba libros considerados por ellos mismos, educativos y de utilidad pública.

A pesar de los comentarios peyorativos y odiosos hechos a las personas arriba mencionadas, acusándolas de divulgar mensajes “racistas”, quedo probado que las mismas carecían de condiciones mínimas capaces de amparar las acusaciones de discriminación.

A bien de la verdad se hizo justicia, los acusados injustamente, fueron absueltos, restándonos conmemorar la victoria a la libertad de expresión y de la jurisprudencia creada capaz de evitar que la manifestación de las ideas por palabras escritas, a través de libros sean censuradas, prohibidas y quemadas, como ocurrió con Pedro Varela, dueño de la librería Europa que, por el momento, aún se encuentra preso.

Tradução: Judith Keter
Re: O supremo defende a liberdade de expressão de quatro nacional socialistas
06 jun 2011
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