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Comentari :: criminalització i repressió
Presos e presas anarquistas. Não se omita, não seja indiferente!
03 jun 2007
âUm movimento que esquece seus presos e presas nos calabouços das prisões está condenado ao fracassoâ?, diz uma sábia frase anarquista. Assim, não podemos deixar de estender nossas mãos nem fechar os olhos nem nossos corações aos nossos.
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Temos de ser solidários!
E para instigar o movimento "cá fora", divulgamos uma lista elaborada pela Cruz Negra Anarquista - Venezuela, mais ou menos atualizada, de presos e presas anarquistas encarcerados em presídios da Europa.

Escreva uma carta, mande um postal... Não se omita, não seja indiferente!


*Gabriel Pombo da Silva (Alemanha): é um conhecido anarquista espanhol, de 39 anos de idade, que passou mais de 20 anos em prisões, dos quais 14 no infame regime de isolamento FIES. Em outubro de 2003 escapou de uma prisão espanhola. Gabriel é um dos rebeldes sociais que lutam já há alguns anos contra as condições brutais de isolamento e maltrato físico a qual são submetidos os réus ibéricos. Foi detido depois de um enfrentamento com a polícia alemã no povoado alemão de Aachen. Atualmente está recluso em uma prisão alemã.

Escreva-lhe: Gabriel Pombo da Silva, Krefelder Str, 251.52070 Aache, Germoney, Alemanha.


*José Fernández Delgado (Alemanha): 46 anos de idade, anarquista espanhol que escapou da prisão entre os anos 2004, depois de passar mais de oito anos nela. Foi detido junto com Gabriel Pombo da Silva na mesma perseguição. Atualmente está recluso em uma prisão alemã.

Escreva-lhe: José Fernández Delgado, Aachenerstr, 47, 53359 Rheinbach, Alemanha.


*Thomas Meyer Falk (Alemanha): preso autônomo alemão, detido durante uma expropriação a um banco que incluiu a tomada de reféns. Membro da RASH (por suas siglas em inglês Red and Anarchist Skinhead ou Carecas Vermelhos e Anarquistas), desde sua detenção em 12 de outubro de 1996 vêm mantendo uma postura crítica e contestatória dentro da prisão.

Escreva-lhe: Thomas Meyer-Falk, JVA, Zelle 3117, Schoenbornstr, 32, 76656 Bruchsal, Alemanha.


*Marcos Camenisch (Suíça): companheiro anarquista suíço, preso já há muitos anos, capturado na Itália e acusado pela fiscalização suíça da explosão de várias torres de alta tensão durante os protestos antinucleares e o assassinato de um guarda fronteiriço durante uma fuga. Ativo durante muitos anos dentro do movimento anarquista e ecologista radical. Atualmente tem mais de 60 anos, muitos deles privados de liberdade. Desde a prisão continua mantendo sua atitude contestatória e rebelde, sem deixar de lado seus ideais.

Escreva-lhe: Marco Camenisch, Postfach 3143, CH-8105 Regensdorf, Suíça. Podes escrever-lhe em castelhano.


*Jean Paul Depouhon (Bélgica): foi detido em 1989 (quando tinha 42 anos) acusado de assassinato e tentativa de assassinato. Ainda que, sempre afirmou sua inocência, em 1991 foi condenado a 20 anos de prisão por cumplicidade em homicídio involuntário. Jean Paul seguiu lutando em vão dentro da prisão para provar sua inocência. Em 1995 conseguiu escapar da prisão. Fugindo e sem meios para viver, assaltou alguns bancos. Em fevereiro de 1998 foi capturado de novo. Jean Paul Depouhon se considera anarquista desde que era muito jovem. Na prisão tem escrito artigos para a publicação anarquista belga-francesa âAlternative Libertaireâ?.

Escreva-lhe: Jean Paul Depouhon, 4, rue de la resistance 4500 huy, Bélgica. Podes escrever-lhe em castelhano.


*Federico Pais (Itália): é um anarquista sardo, ativo nas lutas contra as prisões, a repressão e o controle social, era um dos editores junto a Constantini Cavalleri da publicação âSu Gazetinu de sa Luta Contrahaz a Sas Prezonesâ?. Foi detido em 9 de fevereiro de 2001 em uma ação numa joalheria na cidade de Luras. Nesta operação foram detidos outros 3 companheiros sardos que acompanhavam Federico na expropriação.

Escreva-lhe: Federico Pais, Via Provinciale S. Biagio, 81030 Carinola (CE), Itália.


*David Santini (Itália): companheiro anarquista da cidade de Viterbo, acusado de ter colocado um artefato explosivo no Tribunal de Viterbo em 19 de janeiro de 2004. Também foi detido na denominada âOperação Cervantesâ?.

Escreva-lhe: David Santini, Casa Circondariale "Mammagialla", 01100 Viterbo, Itália.


*Daniele Benedetti e Juan Sorroche (Itália): são dois anarquistas de Rovereto. Condenados a 10 meses de prisão (Daniele) e 9 meses de cárcere (Juan) devido à recusa dos companheiros a apresentar seus documentos de identificação aos carabinieris (polícia). A Promotoria os imputou de resistência e violência contra a autoridade pública, lesões e danos.

Escreva-lhes: Daniele Benedetti: Via dalla Scola Basilio, 150. 36100 Vicenza (VI), Itália. Juan Sorroche: Casa Circondariale Ctr., Castrogno 64100, Teramo, Itália


*Salvatore Signore (Itália): anarquista detido no marco da âOperação Nottetempoâ? da justiça italiana, na cidade de Leche. Foi acusado de ameaças mediante pichações contra o sacerdote que dirige um centro de reclusão aonde são privados de liberdade os imigrantes. Atentado incendiário contra a casa da família deste personagem e o portão de uma igreja da cidade. Danos a um caixa eletrônico do Banco Intesa. Incitação à revolta. Ocupação de uma estação de ônibus em desuso para construir um Centro Social e associação subversiva.

Escreva-lhe: Salvatore Signore, Via Lamaccio 1, 67039 Sulmona (AQ), Itália.


*Presos de âIl Silvestreâ? (Itália): aproximadamente em 2003, a fiscalização voltou a surpreender o mundo com uma de suas operações inquisitoriais. Com a detenção de 11 anarco-ecologistas italianos, acusados de serem membros das Células de Ofensiva Revolucionária (COR). Esta acusação se fundamenta no fato de que o grupo Il Silvestre em sua publicação âTerra Selvaggiaâ? publicaram um comunicado das COR. Do grupo inicial somente foram condenado seis deles com penas que vão desde 6 até 3 anos na prisão.

Escreva-lhes: William Frediani (acusado de ser o líder da COR, foi sentenciado a seis anos de prisão) Casa di Reclusione, Via Maiano 10, 06049 Spoleto (PG), Itália; Francesco Gioia (sentenciado há 5 anos e 2 meses) Via Maiano 10, 06049 Spoleto (PG), Itália; Costantino Ragusa (sentenciado a 5 anos) Via Prati Nuovi 7, 27058 Voghera (PV), Itália; Alessio Perondi (sentenciado a 3 anos e 8 meses) se encontra em prisão domiciliar por problemas de saúde; Benedetta Galante (sentenciada a 3 anos e 6 meses) Via E. Novelli 1, 82100 Benevento, Itália; Leonardo Landi (sentenciado a 3 anos e 6 meses). à desconhecida sua localização.

*Silvia Guerini, Federico Bonamici e Giuseppe Bonamici (Itália): companheiros anarquistas, vinculados ao grupo âIl Silvestreâ?. A inquisição romana os acusa de haver usado explosivos para danificar os condutores de energia nuclear.

Escreva-lhes: Silvia Guerini, Via del Gomito 2, 40127 Bolonha, Itália; Federico Bonamici, Via Nuova Poggioreale 177, 80143 Napoli, Itália; Giuseppe Bonamici, Frazione San Michele, Strada Casale 50/A, 15040 Alexandria, Itália.


*Presos da âMontagem Mariniâ? (Itália): na década dos anos 90, a fiscalização italiana começou uma macro operação para desarticular os elementos mais contestadores do movimento anarquista local, depois de várias detenções e múltiplos julgamentos terminou com a prisão de vários companheiros, quatro deles, ainda na prisão. As acusações que lhes imputam são pertencimento a organização ilícita (uma tal ORAI que jamais existiu e que é o subtítulo de um escrito de A.M Bonanno, um dos enclausurados), seqüestro de Mirella Silochi, esposa de um rico empresário de Parma e porte de arma.

Escreva-lhes: Francesco Porcu (condenado a 30 anos) C.C. Badu Carros, 08100 Nuoro, Itália; Gregorian Garagin (condenado a 30 anos de prisão e mais 6 de condicional) Via G. Leopardi, 2 61034 Fossombrone (PS) ,Itália; Orlando Campo (condenado a 10 anos de cárcere) Via Raffaele Majetti 165, 00156 Roma, Itália.


*René Riesel (França): anarquista, um dos principais inspiradores do Maio de 68 e do âSituacionismoâ? que inspirou a década de agitação que precedeu o âMaio Francêsâ?. Camponês de profissão, membro da Confederação Agrícola. Junto a José Bové participou em várias ações de sabotagem contra a indústria transgênica, diferentemente deste, jamais suplicou clemência ao executivo nacional pelo qual segue pagando a condenação por seus atos.

Escreva-lhe: René Riesel, Maison d'arrêt de Mende, cellule 249 ecrou 4612, BP 133, 48005 Mende Cedex, França.


*Jean-Marc Rouillan (França): lutador anticapitalista, ativo durante muitos anos no movimento anarquista mais contestatário da Europa. Participou na Espanha em ações direta com o grupo de agitação armada Movimento Ibérico de Liberação (MIL) e o Grupo de Ação Revolucionária Internacionalistas. De regresso à França participou no grupo âAction Directeâ? que era uma guerrilha urbana autônoma e anticapitalista, entre seus múltiplos ataque se conta o assalto com rifles automáticos à sede da patronal, o assassinato de um alto executivo da Renault em resposta as demissões injustificadas de dita corporação. Encontra-se na prisão desde 1984, passando a pena nas mais infames condições. Ainda que já tenha cumprido sua sentença de 20 anos, o governo galo se nega a libertá-lo até enquanto não se arrepender de seus atos, o que implica um absurdo, devido a sua condição de preso político, negar seus atos será anular sua situação de militante, o que nestas alturas se entende como um total absurdo.

Escreva-lhe: Jean Marc Rouillan, 914200, Hopital Pénitentiaire, Allee des Thuyas, 94261 Fresnes, França.


"Augustin Kraus (República Tcheca): antifascista antiautoritário tcheco sentenciado há 14 meses na prisão por atacar um local neo-nazi, durante uma marcha.

Escreva-lhe: Augustin Kraus, Vazebni Veznice, PP-1, Litomerice, 41 201, Republica Tcheca.


*Olga Aleksandrovna Nevskaya (Rússia): anarquista russa acusada junto a outras duas companheiras de participar em atividades antimilitaristas, por sua Objeção de Consciência e algumas ações diretas que incluíram explosões simbólicas, foi condenada a seis anos de prisão em 2003. Alem destas atividades participava em grupos de preservação da terra.

Escreva-lhe: Olga Aleksandrovna Nevskaya, UU163/5, 7 Otryad, Pos Dzerzhinskiy, Mozhaysk140090 Moskovskaya Oblast, Rússia.


*Roberto Catrino López (Holanda): é um anarquista espanhol que esteve preso durante 16 anos, 14 dos quais no infame F.I.E.S. Atualmente se encontra na Holanda purgando uma condenação de quatro anos por um roubo, Roberto participou em inumeráveis greves de fome e motins contra o devastador regime penitenciário ibérico.

Escreva-lhe: Roberto Catrino López, c/o P.I., Midden Holanda, Afdeling G cel 022, Maatschaplaan 1, 2404 CA Alphen a/d Rijn, Holanda.


*Tomasz Wilkoszewski (Polônia): jovem anarquista polaco condenado em 1996 a 15 anos de prisão, por resistir ao ataque de um neo-nazi, durante a muvuca de Wilkoszewski matou um neo-nazi em legítima defesa, mas o fato de ser humilde e não contar com uma boa defesa contribuiu para que fosse sentenciado como homicídio intencional sendo a legítima defesa uma causa de inexistência da pena.

Escreva-lhe: Tomasz Wilkoszewski, ZakÅad Karny, Ul, Orzechowa 5, 98-200 Sieradz, Polônia.


*Presos do Ungdomshuset (Dinamarca): agora em 2007 no mês de março passado, as autoridades do país nórdico desalojaram a emblemática âocupaâ? Ungdomshuset (Casa da Juventude), espaço autogestionado mantido pelos antiautoritários desde a década de oitenta e vendida pelo Estado a uma seita religiosa sem a autorização de seus legítimos proprietários. A defesa do centro social se manteve durante uma semana e teve o saldo de 600 pessoas detidas de todas partes da Europa, que se mobilizaram para defender o espaço livre. Atualmente 39 pessoas se encontram detidas sob gravíssimas acusações, que vão desde resistência a autoridade a tentativa de assassinato.

Escreva-lhes: ABC, Postbox 604, 2200 Copenhagen N, Dinamarca. Ou pelo e-mail: info ARROBA blackcross.dk


*Pedro José Veiga (Portugal): é um jovem anarcopunk que se encontra preso em um cárcere de Linho, acusado de homicídio, de individuo que alugava a casa para a sua mãe, os fatos ocorreram sob estranhas circunstâncias, já que Veiga disparou contra o sujeito logo que este agredia sua mãe.

Escreva-lhe: Pedro José Veiga, Nº 610 ALA A, E.P. Linho, 2710 Sintra, Portugal.


*Núria Portulas (Espanha): No dia 7 de fevereiro deste ano, a companheira anarquista Núria, foi detida em Girona, sob a âLei Antiterrorismoâ? se lhe acusa de ter literatura anarquista, escrever a presos e de manter uma caderneta com endereços de companheiros anarquistas da Itália, já que se dispunha a mudar-se a dito país para trabalhar, sua incomunicabilidade, detenção e traslado demonstra a arbitrariedade do Estado espanhol e suas ânsias de querer controlar os movimentos sociais, já que nenhuma das justificativas para seu encarceramento são delitos.

Escreva-lhe: Núria Portulas Oliveras, Centro Penitenciário Madrid, AP 200 Colmenar Viejo Modulo 12, 28770 Madrid, Espanha.


*Laura Riera (Espanha): Laura é uma companheira anarquista detida em 2001, quando só contava com 21 anos e condenada a sete anos de prisão, por colaborar com informação com a agrupação armada basca ETA. Laura que durante muitos anos foi uma forte ativista da Assembléia de Okupas de Terrassa (lugar próximo a Barcelona) e membro do sindicato libertário CGT (Confederação Geral do Trabalho) era conhecida nos ambientes contestatários por sua tenacidade e compromisso na luta. Durante o julgamento Laura demonstrou que sua confissão foi produzida pela constante violência e torturas por parte da polícia.

Escreva-lhe: Laura Riera Valenciano, Centro Penitenciário de Valencia, Ctra, N-340, km. 225, 46220 Picassent (Valencia), Espanha.


*Sergio L.D (Espanha): anarquista ibérico detido durante a Cúpula Européia de 2002 em Barcelona. Desde essa época não foi julgado e enfrenta a uma acusação de quase sete anos de prisão e uma multa de 1 milhão e 3,5 milhões das antigas pesetas, que lhe cobra a acusação particular (C.C.O.O., Fincas Corral, Banco Sabadell) e o Ministério Fiscal, aonde La Caixa, Bancaja, B.B.V.A., Banesto e Viajes Transglobal, pedem responsabilidade civil. Sua detenção ocorreu quando andava de maneira pacífica e foi detido por quatro policiais encapuzados e infiltrados na manifestação, foi torturado na delegacia de forma física e psicológica.

Escreva-lhe: contralatorturapolicial ARROBA hotmail.com


*Presos do 4F (Espanha): em 4 de fevereiro de 2006, são detidos depois de sair de uma festa em uma âOcupaâ? três jovens imigrantes autônomos. Alex, Juan e Rodrigo depois de um obscuro episódio no qual foi ferido um policial que se encontra em estado de coma. Em mais de uma oportunidade foi demonstrada sua inocência e sua detenção obedece mais a critérios xenófobos que de ordem jurídica.

Escreva-lhes: Rodrigo Lanza Huidobro: C.P de Jóvenes, Calle Padre Manjón, 2, 08033 Barcelona, Espanha; Juan Pintos Garrido, C.P de Jóvenes, Calle Padre Manjón, 2, 08033 Barcelona, Espanha.
Alex Cisternas Amestica, Apartado de Correos 20, 08080 Barcelona, Espanha.


*Carlos Gómez García (Espanha): anarquista com mais de 40 anos e 20 deles na prisão. Ele protagonizou várias ações dentro das prisões para demonstrar o tratamento desnumano em que vivem, entre elas está a de haver se cozinhado a boca e amputado um dedo (janeiro de 1998) e em outro momento auto amputou outro dedo e as veias diante das câmaras de televisão.

Escreva-lhe: Carlos Gómez García, C.P. Villabona, Finca Tabladillo Alto, 33480 Villabona, Xixón, Espanha.


*Juan José Grafía (Espanha): anarquista ibérico, preso desde 1987. Acusado de assaltar um banco e matar dois policiais. Passou a metade de sua pena no regime FIES.

Escreva-lhe: Juan José Garfia, C.P. Córdoba, Carretera Almadén s/n., 14071 Córdoba, Espanha.


*Joaquín Gárces Villacampa (Espanha): anarquista ibérico, antigo militante da CNT (Confederación Nacional de Trabajadores) e com mais de 22 anos em diferentes prisões espanholas. Nasceu em Jaca, tem mais de 44 anos. Foi detido pelo envio de um livro bomba, que não explodiu, à embaixada Grega na Espanha, em protesto pela prisão dos â7 de Salônicaâ? durante a Cúpula da União Européia e outras ações de sabotagem. Sofreu tortura durante sua prisão.

Escreva-lhe: Joaquín Gárces Villacampa, CP Castellón, Ctra. de Alcora, km.10, 12006 Castellón, Espanha.


*Igor Quevedo Aragay (Espanha): companheiro anarquista detido na mesma operação e lugar que Villacampa. E acusado pelos mesmos motivos, durante sua detenção também sofreu torturas físicas e psicológicas.

Escreva-lhe: Igor Quevedo Aragay, C.P. Brians (MR-1), Carretera de Martorell a Capellades, km. 23, 08635 Sant Esteve Sesrovires, Barcelona, Espanha.


*Tomas i Gaspar (Espanha): igualmente a seus antecessores, foi detido na mesma operação policial, é acusado pelos mesmos motivos com a exceção de que lhe é acusado de âplanejamento para o assassinatoâ? do jornalista Luís del Olmo, e de um diretor da entidade bancária La Caixa e de um comandante da polícia autonôma Mossos dâEsquadra, além do fato de planejar vários assaltos. Foi torturado física e psicologicamente.

Escreva-lhe: Rafael Tomas i Gaspar, C.P. Brians (módulo por confirmar), Carretera de Martorell a Capellades, km. 23, 08635 Sant Esteve Sesrovires, Barcelona, Espanha.


*Amadeu Casella Ramon (Espanha): é um companheiro privado de sua liberdade desde 1979. Desde sua chegada à prisão tem participado em diferentes comitês de ajuda e solidariedade com presos sociais e políticos, também participou na Coordenadoria Organizada de Presos em Luta (COPEL), até que esta desapareceu em função da criminalização pela qual foi submetida. Ainda que não seja um preso anarquista é bastante próximo ao movimento libertário.

Escreva-lhe: Amadeu Casella Ramon, C.P. Girona, C/ Menorca, 16, 17005, Girona, Espanha.


*Claudio Lavazza (Espanha): anarquista italiano de mais de 46 anos de idade. Acusado do assassinato de dois policiais depois de uma expropriação no Banco Santander em Córdoba e de mais oito ações em distintas cidades do território espanhol. Também está condenado na Itália a cumprir uma pena de 27 anos e 5 meses, por formação de quadrilha, associação subversiva, co-participação nos homicídios de um joalheiro e de um policial da D.I.G.O.S (polícia política), roubo, posse ilícita de armas e fabricação de utensílios incendiários, homicídio do comandante dos agentes de custodia da prisão de Udine (norte da Itália) durante a fuga de dois companheiros. Ainda pendente 30 anos mais de reclusão por ações em Saint-Nazaire (França). Claudio é um dos anarquistas mais rebeldes e insurrectos. Na Itália participou do grupo Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), que realizou a luta armada durante os denominados âanos de chumboâ?.

Escreva-lhe: Claudio Lavazza, C.P. Albolote (Mod. 2), Carretera Colomera Km. 6500, 18220 Albolote, Granada, Espanha.


*Giorgio Rodríguez (Espanha): detido na mesma operação que Claudio. Ainda que no momento do tiroteio não se considerava anarquista, sempre foi próximo ao movimento. Dos três que foram feridos, ele foi o de estado de saúde mais grave. O projétil que lhe atingiu o colo lhe rompeu três vértebras cervicais, afetando a medula e inicialmente provocando sua paralisia total. Atualmente padece de uma paralisia parcial, ainda têm alojado a bala no corpo, a qual lhe produz intensas dores e as têm conseguido controlar graças a um companheiro de cela que lhe está ensinando yoga, e não as autoridades penitenciárias.

Escreva-lhe: Giorgio Rodríguez, C.P. de Topas, Ctra. Nac. 630, Km. 314, 37799 Topas, Salamanca, Espanha.


*Giovanni Barcia (Espanha): companheiro siciliano, também capturado durante o assalto do Banco Santander. Já estava a tempo na clandestinidade devido às acusações que pesavam sobre ele, produto do denominado âProcesso Mariniâ?. Desde sua privação de liberdade tem participado em várias greves, entre elas a impulsionada pelos presos da Prisão de Jaen II.

Escreva-lhe: Giovanni Barcia., C. P. El Acebuche, Ctra. Cueva de los Ãbeda, km 2,5, 04071 - El Acebuche, Almería, Espanha.


*Ibai Ederra (Espanha): ecologista radical, membro do grupo âSolidários com Itoizâ?. à acusado de participar junto a seis solidários no corte dos cabos que transportavam a base das obras da represa do pântano de Itoiz (Valle de Iratí, Navarra) em abril de 1996, uma prisão então paralisada por ordem da Audiência Nacional, mas continuada pelo governo de Navarra até o dia de hoje. Esta represa representa una ameaça ecológica para a região.

Escreva-lhe: Ibai Ederra, C.P. de Zuera, Ctra. Nac. 330 km 539, 50298, Zuera, Zaragoza, Espanha.


*Gilbert Ghislain (Espanha): companheiro francês que conhece a prisão desde os 17 anos por una série de assaltos a bancos e joalherias, foi condenado há 18 anos por tentativa de fuga. Aproximadamente seis anos mais tarde fugia de uma prisão próxima da fronteira espanhola de helicóptero, na fuga tiveram que aterrizar em Huesca e foi detido de novo em Zaragoza poucas horas depois. Como havia fugido com um helicóptero seqüestrado por uma companheira, entrou de novo na prisão por pirataria aérea, detenções ilegais, roubo, tentativa de assassinato em primeiro grau, atentado contra a autoridade e porte ilícito de armas. Por esses fatos foi condenado há mais 47 anos.

Escreva-lhe: Gilbert Ghislain, C.P. Huelva, Ctra de la Ribera s/n, 21610 Huelva, Espanha.


*Javier Calvo Morán (Espanha): jovem anarquista de Burgos, ativo militante da Assembléia de Estudantes Libertários e atuante nas lutas, é acusado de queimar a fábrica aonde trabalhava. Nos foi informada até pouco tempo notícias destes fatos e de sua situação. Javier pediu a solidariedade do movimento anarquista, em uma etapa na qual tem estado com a moral bastante baixa e com alguns problemas de instabilidade mental e emocional. Advertimos a situação que está superando o companheiro e que às vezes manifesta um comportamento estranho em suas cartas, com altos e baixos em seu estado de ânimo, contradições, extravagâncias etc. Pelo que advertimos a gente que queira escrever-lhe (algo que Javier necessita muito) que tenha em conta esta circunstância.

Escreva-lhe: Javier Calvo Morán, CP de San Sebastián, Paseo Martutene Nº 1, 20014 Donostia, Guipúzcoa, Espanha.


*Yiannis Dimitraki (Grécia): Durante um frustrado assalto em Atenas. A policia conseguiu deter a um dos expropriadores que ficou ferido durante o tiroteio. O detido, Yiannis Dimitrakis, levava consigo uma bolsa com parte do dinheiro roubado, duas armas semi-automáticas, três granadas de mão e munição. Dimitraki é considerado um dos cinco membros dos âladrões de negroâ? (alusão a sua roupa durante a ação), grupo de expropriadores gregos vinculados à parte mais contestatória do crescente movimento social local. Dimitraki é anarquista e está vinculado a várias iniciativas.
Atualmente não temos seu endereço, breve o enviaremos.


*C. Varkki (Inglaterra): é mais conhecido como "Slick", um antifascista condenado a cinco anos de prisão, por sua suposta participação em uma manifestação contra o partido britânico de extrema direita BNP (Partido Nacional Britânico) em Welling (Londres), em outubro de 1993. Desde essa época se encontrava prófugo. E em 2004 durante uma batida de rotina, a polícia reconheceu e deteve âSlickâ?, que depois de 11 anos fugindo da justiça, foi capturado.

Escreva-lhe: C.Varkki, HMP Elmlea, Church Rd Eastchurch, Shearness, Kent. Grã-Bretanha.



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