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Ricardo Mella No 80º aniversário da sua morte [anarquismo sem adjetivos]
25 set 2005
por Fernando J. Almeida

Em 7 de Agosto de 1925, morria na cidade galega de Vigo, o grande
activista e intelectual libertário Ricardo Mella y Cea, um homem
respeitado, não só por correligionários e trabalhadores, mas também por
todas as classes sociais e adversários ideológicos.
O JOVEM REPUBLICANO

Ricardo Mella nasceu, no ano de 1861, no seio de uma modesta família de artesãos. O pai, José Mella Buján, chapeleiro de profissão, era um ferveroso militante do republicanismo federal, tão influenciado pelo socialismo proudhoniano. Mella era o mais velho de quatro irmãos, numa família em que a mãe â Dolores Cea Fernandez â educara os filhos no profundo respeito pelos princípios do amor paternal e filial. Por sua vez,o pai influenciaria Ricardo no respeito pelos ideais republicanos e democráticos e pelo seu máximo representante e difusor, Francisco Pi y Margall. Mella manteve intacta a sua fé republicana, durante a juventude em Vigo, sua cidade natal, quando essa pouco antes pequena vila galega iniciava uma expansão que, em breve, a transformaria numa florescente cidade portuária e mercantil. Aos 16 anos , o jóvem Mella ingressava no partido de Pi y Margall, tornando-se, quase de seguida, seu secretário, para defender para o Estado Espanhol um estatuto republicano federalista, que contemplava a autonomia político-administrativa da Galiza. Empregado numa Agência Marítima, cedo se apercebeu das dificuldades sofridas pelo povo galego, forçado à emigração, devido às parcas condições de vida e subsistência.
O protagonismo político e evolução ideológica tornam-se flagrantes, a partir de 1881, quando os diversos grupos republicanos tentevam a unidade contra os governos conservadores de Sagasta. Ricardo Mella torna-se colaborador do jornal âLa Verdadâ?, porta-voz do sector democrático (radical) do republicanismo, onde denuncia as acções pouco claras e fraudulentas do Marquês José Elduayen, o cacique local de Vigo, representante do conservadorismo do poder central, em Madrid. Consegue, inclusivé, denunciar a participação do corrupto Marquês em avultado desfalque no Banco Nacional de Espanha.

O GRANDE E FECUNDO DESTERRO
O jornal âLa Verdadâ? era um periódico vocacionado para a baixa política, cujo objectivo era substituir o caciquismo monárquico-conservadorpor outro caciquismo de cariz republicano-liberal. Esta orientação desgostou profundamente Ricardo mella, que procurava novos horizontes para o seu
activismo político-social. Em 31 de Julho de 1881, Mella integra, em Vigo, a redacção de âLa Propagandaâ?, de carácter obreirista, que defende a entrada dos ioerários na Política, em nome da âLiberdade e Trabalho, Democracia e Justiçaâ?. O jornal faz-se representar no Congresso Operário de Barcelona (1881), onde é fundada a Federação dos Trabalhadores da
Região Espanhola e é marcada a viragem do proletariado do Socialismo e Republicanismo para o Anarquismo. Esta mudança é seguida, entusiasticamente, por Ricardo Mella que, entretanto, se havia tornado um leitor atento e apaixonado da âRevista Socialâ?, órgão libertário madrileno, dirigido por Serrano Orteiza. Mella diria à âRevista Blancaâ?,
em 5/10/1902. âEra Federal aos 22 anos, a Revista Social decidiu-me pelo Anarquismoâ?.
A sua activa luta, em prol do operariado, leva Mella à barra dos tribunais e, em Abril de 1881, a Audiência Territorial da Corunha condena-o a quatro anos e três meses de desterro e a uma multa de 625 pesetas, que se transformariam em três anos e sete meses de desterro e 200 pesetas de multa, em Novembro de 1882.
O desterro, ampliado voluntariamente por Mella, acaba por ser-lhe útil e bastante fértil em ensinamentos. Embora longe das lutas do proletariado galego, Ricardo Mella passaria a conhecer, intimamente, as condições organizativas e a acção dos trabalhadores madrilenos e andaluzes.
Em Madrid, Ricardo Mella trava amizade com o notário Serrano Oteiza, director da âRevista Socialâ?, que se torna seu sogro, pelo casamento da filha, Esperanza Serrano Rivera, com o anarquista desterrado. Esperanza tornar-se-á sua companheira de toda uma vida e mãe dos seus doze filhos.
Durante o seu grande e fecundo desterro, Mella também passa pela Andaluzia, onde se liga, militantemente, ao movimento libertário camponês andaluz. Aqui fundou jornais, viveu a experiência societária do campesinato, em luta contra o despotismo governamental, capitalista e latifundiário. à também na Andaluzia que se torna topógrafo, de reconhecido valor profissional.

O PROFISSIONAL COMPETENTE
Em 1895, Mella regressa a Vigo, já com a aura de propagandistaextraordináriamente conhecido e respeitado em todo o meio acrata, socialista e operário da época. Regress NUM TEMPO EM QUE A Galiza assistia à consolidação das organizações proletárias, em que se geravam graves tumultos camponeses e se registavam as primeiras greves revolucionárias. Como topógrafo, trabalha nos Caminhos-de-Ferro em construção, residindo em Pontevedra, desde 1897. Nesta cidade galega liga-se aos jovens e combativos redactores de âLa Unión Republicanaâ? e escreve em âEl Progresoâ?. Ricardo Mella colabora, então, com republicanos, socialistas e autonomistas, intervindo nos Comícios da Esquerda Operária, numa acção unitária de propaganda e luta. LIGA-SE, DE CORPO E ALMA, á organização
revolucionária do campesinato galega. No início do século XX, está nas Astúrias, exercendo a sua actividade peofissional. Aqui convive com Eleutério Quintanilha, e apresenta-se como um convicto pacifista, em tudo oposto ao atentado terrorista e ao banditismo social, tão do agrado de certos meios anarquistas. Os acontecimentos da Semana Trágica de Barcelona (1909) fazem-no enveredar
por uma febril etapa de jornalismo crítico e de estilo literário considerado como elegante, nas publicações âAcción Libertáriaâ? e âEl Libertarioâ?, entre outras.
EM 1901 REGRESSA A Vigo, onde viverá até ao fim da sua vida. A sua competência profissional torna Mella o grande responsável pela organização e implantação da rede viária de carros eléctricos (tranvias) de Vigo.
Quando se concretiza este grande empreendimento, Ricardo Mella não pode recusar a sua nomeação para Director-Gerente da Companhia de Viação, por ele concebida e realizada. A sua modéstia e honestidade, perante tal cargo patronal, levam-no a declarar a Abad de Santillán, em 1922, que estava
acabado para a luta e que o seu lugar pertencia, de pleno direito, a sindicalistas como Seguí ou Pestaña.

PRODUÃÃO LITERÃ?RIA
A produção literária de Mella foi bastante fecunda, produzindo um número indeterminado de artigos, mais de 30 ensaios, que tiveram bastantes edições sucessivas (Ideário, Ensayos y Conferências, Mirando hacia el Futuro-Páginas Anarquistas, etc.) Alguns dos seus escritos mereceram
prémios internacionais. Foi traduzido em italiano, holandês, português, inglês, francês e as suas obras foram editadas em vários pontos do globo, havendo edições provenientes de Nova Iorque, Amsterdam, Orléans, Porto, Prato, Buenos Aires, Montevideu e de múltiplas cidades de Espanha. Mella
foi tradutor (e crítico) de obras de Bakunine, Kropotkine e Malatesta. Senhor de um estilo literário extremamente elegante, Mella foi, sobretudo, o propagandista que lutou pelo enobrecimento da linguagem e da cultura das
classes laboriosas. à justamente considerado como o último grande nome do Anarquismo clássico espanhol. Nos momentos de maior confusionismo ideológico, Mella preferiu sempre o silêncio à palavra; mas eram silêncios âsonorosâ?, dignos de serem escutados. Por isso, os mais famosos libertários do seu tempo tinham por ele o mais profundo respeito. Foi
respeitado, tanto pelos seus correligionários como por adversários ideológicos, como é o caso do historiador Juan José Morato, que dele traçou uma importante Biografia (Lideres del Movimiento Obrero Español,
Madrid 1972). Morato é um conhecido militante socialista.

A MORTE DE RICARDO MELLA
Em 7 de Agosto de 1925, Morria Ricardo Mella. A notícia chegou tarde aos jornais desse dia; apesar disso, a sua cidade de Vigo, de trinta e tal mil habitantes, mobilizou-se para o funeral, de uma forma espontânea e emotiva. A circulação viária parou durante dias, o Ayuntamiento atribuíu o nome do falecido a uma Avenida, foi construido um monumento pelo mais importante escultor galego da época, Asorey. As suas obras completas foram editadas por José Villaverde, em Espanha; na Argentina, o movimento
sindical fazia outro tanto. A suas próprias expensas. Pedro Sierra e Vladimiro Muñoz tornaram-se os seus mais importantes biógrafos.
à data da morte, Ricardo Mella y Cea era o Director-Gerente da âCompañia de Tranvías Eléctricas de Vigoâ?, e a sua morte foi sentida pelos trabalhadores da Empresa, que pararam a laboração, em sinal de respeito por aquela insigne personalidade da sociedade galega e do movimento operário espanhol. Aliás, a homenagem seria extensiva a toda a vida
viguense, encerrando-se as fábricas, oficinas e stabelecimentos comerciais, convertendo-se a homenagem num autêntico Feriado, na cidade galega de Vigo.



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Comentaris

Re: Ricardo Mella No 80º aniversário da sua morte [anarquismo sem adjetivos]
25 set 2005
Ricardo Mella En el 80º aniversario de su muerte

por Fernando J. Almeida

El 7 de Agosto de 1925, moria en la ciudade gallega de Vigo, el gran
activista e intelectual libertario Ricardo Mella y Cea, un hombre
respetado, no sólo por correligionários y trabajadores, sino también por
todas las clases sociales y adversarios ideológicos.

EL JOVEN REPUBLICANO

Ricardo Mella nacIÃ, en el año 1861, en seno de una modesta família de artesanos.

El padre, José Mella Buján, sombrerero de profesión, era un ferbiente militante del

republicanismo federal, tan influenciado por el socialismo proudhoniano. Mella era

el mayor de cuatro hermanos, en una familia en que la madre â Dolores Cea Fernandez

â educará a los hijos en un profundo respeto por los principios de amor paternal y

filial. A su vez, el padre influenciaria a Ricardo en el respeto por los ideales

republicanos y democráticos y por su máximo representante y difusor, Francesc Pi i

Margall. Mella mantuvo intacta su fé republicana, durante la juventud en Vigo, su

ciudad natal, cuando esta poco antes pequeña villa gallega iniciava una expansión

que, en breve, la transformaria en una floreciente ciudad portuária y mercantil. A

los 16 años , el joven Mella ingresava en el partido de Pi i Margall,

convirtiendose, casi en seguida, su secretario, para defender frente al Estado

Español un estatuto republicano federalista, que contemplaba la autonomia

político-administrativa de Galiza. Empleado en una Agência Marítima, temprano

percivio las dificuldades sufridas por el pueblo gallego, forzado a la emigración,

devido a las parcas condiciones de vida y subsistencia.
El protagonismo político y evolución ideológica se vuelven flagrantes, a partir de

1881, cuando los diversos grupos republicanos intentevam la unidad contra los

gobiernos conservadores de Sagasta. Ricardo Mella se convierte en colaborador del

diario âLa Verdadâ?, portavoz del sector democrático (radical) del republicanismo,

donde denuncia las acciones poco claras y fraudulentas del Marqués José Elduayen,

el cacique local de Vigo, representante del conservadorismo del poder central, en

Madrid. Consigue, inclusive, denunciar la participacióno del corrupto Marqués en

avultado desfalco en el Banco Nacional de Espanha.

EL GRAN Y FECUNDO DESTIERRO

El diario "La Verdadâ? era un periódico vocacionalmente para la baja política, cuyo

objectivo era substituir el caciquismo monárquico-conservadorpor otro caciquismo de

cariz republicano-liberal. Esta orientación disgusto profundamente a Ricardo mella,

que buscaba nuevos horizontes para o su activismo político-social. El 31 de Julio

de 1881, Mella integra, en Vigo, la redacción de âLa Propagandaâ?, de carácter

obreirista, que defiende la entrada de los obreros en la Política, en nombre de la

âLibertad y Trabajo, Democracia y Justiciaâ?. El diario se presentar al Congreso

Obrero de Barcelona (1881), donde se funda la Federación de los Trabajadores de la
Región Española y se marca el giro del proletariado del Socialismo y Republicanismo

hacia el Anarquismo. Este cambio es seguido, con entusiasmo, por Ricardo Mella que,

mientras tanto, se habia vuelto un lector atento y apasionado de la âRevista

Socialâ?, órgano libertario madrileño, dirigido por Serrano Orteiza. Mella diria a

la âRevista Blancaâ?, el 5/10/1902. âEra Federal a los 22 años, la Revista Social me

decidio por el Anarquismoâ?.
Su activa lucha, en prol del proletariado, lleva a Mella frente a los tribunales y,

en Abril de 1881, la Audiéncia Territorial de Coruña lo condena a cuatro años e

tres meses de destierro y a una multa de 625 pesetas, que se transformarian en tres

años y siete meses de destierro y 200 pesetas de multa, en Noviembre de 1882.
El destierro, ampliado voluntariamente por Mella, acaba por serle útil y bastante

fértil en enseñanzas. Aunque lejos de las luchas del proletariado gallego, Ricardo

Mella pasaria a conocer, intimamente, las condiciones organizativas y la acción de

los trabajadores madrileños y andaluces.
En Madrid, Ricardo Mella trava amistad con el notário Serrano Oteiza, director de

la âRevista Socialâ?, que se convierte en su suegro, a través del matrimonio con su

hija, Esperanza Serrano Rivera, con el anarquista desterrado. Esperanza se vuelve

su compañera de toda una vida y madre de sus doce hijos.
Durante su gran y fecundo destierro, Mella también pasa por Andalucia, donde se

liga, militantemente, al movimento libertario del campo andaluz. Aqui fundo

diarios, vivo la experiéncia societária del campesinado, en lucha contra el

despotismo gubernal, capitalista y latifundiário. Es también en Andalucia que se

vuelve topógrafo, de reconocido valor profesional.

EL PROFESIONAL COMPETENTE
En 1895, Mella regresa a Vigo, ya con aura de propagandista extraordináriamente

conocido y respetado en todo el medio ácrata, socialista y obrero de la época.

Regresa en un tiempo en que Galiza asistia a la consolidación de las organizaciones

proletárias, en que se generaban graves tumultos campesinos y se registraban las

primeras huelgas revolucionárias. Como topógrafo, trabaja en los Ferrocarriles en

construcción, residiendo en Ponte-vedra, desde 1897. En esta ciudad gallega se

vincula a los jovenes y combativos redactores de âLa Unión Republicanaâ? y escribe

en âEl Progresoâ?. Ricardo Mella colabora, entonces, con republicanos, socialistas y

autonomistas, interviniendo en los Comícios de la Izquierda Obrera, en una acción

unitaria de propaganda y lucha. Se liga, de cuerpo y alma, a la organización
revolucionaria del campesinado gallego. En los inícios del siglo XX, está en

Astúrias, ejerciendo su actividad peofesional. Aquí convive con Eleutério

Quintanilla, y se presenta como un convicto pacifista, en todo opuesto al atentado

terrorista y al bandidismo social, tan del agrado de ciertos medios anarquistas.

Los acontecimentos de la Semana Trágica de Barcelona (1909) lo hacen enveredar
por una febril etapa de periodismo crítico y de estilo literario considerado como

elegante, en las publicaciones âAcción Libertáriaâ? y âEl Libertarioâ?, entre otras.
En 1901 regresa a Vigo, donde vivirá hasta el fin de su vida. Su competéncia

profesional convierte a Mella el gran responsable de la organización e implantación

de la red viária de tranvias de Vigo. Cuando se concreta esta gran empresa, Ricardo

Mella no puede rechazar su nombramiento como Director-Gerente de la Compañia Vial,

por él concebida y realizada. Su modéstia y honestidad, delante de tal cargo

patronal, lo llevan a declarar a Abad de Santillán, en 1922, que estaba
acabado para la lucha y que su lugar pertenecia, de pleno derecho, a sindicalistas

como Seguí o Pestaña.

PRODUCCIÃN LITERÃ?RIA

La producción literária de Mella fue bastante fecunda, produciendo un número

indeterminado de articulos, más de 30 ensayos, que tuvieron bastantes ediciones

sucesivas (Ideário, Ensayos y Conferências, Mirando hacia el Futuro-Páginas

Anarquistas, etc.) Algunos de sus escritos mereciron prémios internacionales. Fue

traducido al italiano, holandés, portugués, inglés, francés y sus obras fueron

editadas en varios puntos del globo, habiendo ediciones provenientes de Nueva York,

Amsterdan, Orléans, Porto, Prato, Buenos Aires, Montevideo y de múltiplas ciudades

de España. Mella fue traductor (y crítico) de obras de Bakunin, Kropotkin y

Malatesta. Señor de un estilo literário extremamente elegante, Mella fue,

sobretodo, el propagandista que lucho por el enoblecimento del lenguaje y de la

cultura de las clases trabajadoras. Es justamente considerado como el último gran

nombre del Anarquismo clásico español. En los momentos de mayor confusionismo

ideológico, Mella prefirio siempre el siléncio a la palabra; pero eran siléncios

âsonorosâ?, dignos de ser escuchados. Por eso, los más famosos libertarios de su

tiempo tenian por él el más profundo respeto. Fue
respetado, tanto por sus correligionários como por adversários ideológicos, como es

el caso del historiador Juan José Morato, que de él trazó una importante Biografia

(Lideres del Movimiento Obrero Español,
Madrid 1972). Morato es un conocido militante socialista.

LA MUERTE DE RICARDO MELLA
El 7 de Agosto de 1925, moria Ricardo Mella. La notícia llegó tarde a los diarios

de ese día; a pesar de eso, la ciudad de Vigo, de trinta y tantos mil habitantes,

se mobilizó para el funeral, de una forma espontanea y emotiva. La circulación

viaria paró durante días, el Ayuntamiento atribuyo el nombre del fallecido a una

Avenida, se construyo un monumento por el más importante escultor gallego de la

época, Asorey. Sus obras completas fueron editadas por José Villaverde, en España;

Argentina, el movimiento sindical hacia otro tanto. Con sus própias expensas. Pedro

Sierra y Vladimiro Muñoz se convirtieron en sus más importantes biógrafos.
La fecha de su muerte, Ricardo Mella y Cea era el Director-Gerente de la âCompañia

de Tranvías Eléctricas de Vigoâ?, y su muerte fue sentida por los trabajadores de la

Empresa, que pararón el trabajo, en señal de respeto por aquella insigne

personalidad de la sociedad gallega y del movimiento obrero español. Además, el

homenaje se haría extensivo a toda la vida viguense, cerrando fábricas, oficinas y

stabelecimentos comerciales, convirtiendose el homenaje en un auténtico festivo, en

la ciudad gallega de Vigo.



Firma y difunde: Jornal A BATALHA (Nº 212)
Apartado 50085
1702-001 LISBOA
Re: Ricardo Mella No 80º aniversário da sua morte [anarquismo sem adjetivos]
25 set 2005
Hombre, A Batalha, el periódico histórico que tuvo un "golpe bajo interior" y fue tomado por los "municipalistas libertarios". Los del C.E.S., MILITARES QUE LLAMAN A LA POLICÃ?A PARA REPRIMIR A LOS ANARQUISTAS QUE SE MANIFIESTAN CONTRA SU "100 AÃOS DE ANARQUISMO", que toman a cuenta el Patrimonio de la AIT, el Patrimonio de la Biblioteca de Lisboa, y que expulsan a "Radio Liberdade" de la FIJL de sus instalaciones. Que no se solidarizan con los 20 anarquistas detenidos en la F.I.L. (feria de armamento), y que ven con buenos ojos el Partido Libertario americano, que forman parte del Bloco de Esquerda, financiado por la confesa C.I.A. del Instituto Luso-Americano que les financia, y que forman con la CGT parte de la internacional paralela.
Si Mella levantara la cabeza...
Re: Ricardo Mella No 80º aniversário da sua morte [anarquismo sem adjetivos]
26 set 2005
Según entiendo, se trata de la unica referencia al 80 aniversario de la muerte de Ricardo Mella. Pero esto, que es de lo que iba el texto, no vende en la "salsa rosa".

Salud y menos acritud.
Sindicat