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Notícies :: globalització neoliberal
O Silêncio de Proudhon
16 feb 2005
O Silêncio de Proudhon
O Silêncio de Proudhon


Apresentamos a actualização de Fevereiro do site http://www.franciscotrindade.com
Com a introdução de um novo texto intitulado

O Silêncio de Proudhon

Procurar pelo link Novidades    
Segue-se excerto do texto que pode ser lido na íntegra em http://www.franciscotrindade.com.
Responsável técnico máximo, como de costume
José Carlos Fortuna.

à publicação da âMiséria da Filosofiaâ? Proudhon ignorará totalmente Marx, não o lerá nem o citará nunca. Numerosas hipóteses foram propostas para explicar este silêncio de Proudhon ao contrário da âMiséria da Filosofiaâ?. Consideremos as quatro mais importantes interpretações.
Em primeiro lugar, Benoît Malon que se pergunta qual o interesse que teria Proudhon em responder ao libelo de Marx, e portanto dá-lo ao conhecimento do público:
âProudhon que não teríamos sabido tão hábil, sentiu toda a vantagem que lhe dava a obscuridade de seu terrível contraditor, e ele, que estava sempre pronto para a polémica e à invectiva, não responde a Marx, que continuará a ser ignorado do grande público françês. Esta situação durará bastante tempo (até à comuna)â?.
Daniel Halévy sugere uma outra explicação âmais digna da alma de Proudhon que a manobra conjecturada por Benoît Malonâ?:
âSe ele se calou, é talvez porque a resposta absolutamente honesta era difícil de dar, e repugnava-lhe comprometer, sobre um assunto que interessava o futuro do socialismo, uma briga de importância menorâ?.
Finalmente, Pierre Haubtmann propõe duas outras hipóteses, a primeira, rapidamente afastada, segundo a qual Proudhon, após ter visto em Marx apenas o plágio, terá percebido a pertinência dos seus críticos. Então âincomodado por demonstrar a sua tese do plágio, por honestidade intelectual, cala-seâ?. A segunda ideia reside nisto:
âProudhon pensava bem numa resposta (os âCadernosâ? assim o indicam), mas, pouco depois, a revolução de Fevereiro de 1848 estalava: empenhado na política, eleito representante do povo, Proudhon, tornado âo homem terrorâ? teve outros adversários a combater, mais próximos e mais perigosos que Marx, o proscrito alemãoâ?.


Saudações proudhonianas
Até breve
Francisco Trindade

This work is in the public domain

Comentaris

Re: O Silêncio de Proudhon
16 feb 2005
Es imprescindible saber integrar de forma coherente el pensamiento de cualquier autor revolucionario.

Pero ¿qué sentido tiene un saludo "proudhoniano? A mi me parece que no tiene ningún sentido libertario, especialmente cuando se trata de autores que ya no pueden opinar sobre los hechos que van sucediéndose.

El anclaje a la tradición, sea cual sea, es siempre contrarevolucionaria y conservadora.
Re: O Silêncio de Proudhon
16 feb 2005
Además, aquí en España sí se estudia Proudhon en Historia e Historia de la fiolosofía al nivel de Bachillerato. Siendo esas ideas recogidas en dicho temario, no entiendo el motivo del mensaje, pese a que ya veo va destinado a sus compatriotas franceses.
Re: O Silêncio de Proudhon
17 feb 2005
Para concretar el asunto, vale decir que una de las ideas de Proudhon en el análisis crítico del capitalismo, entre otras muchas, es la que concluye con la tesis de que "la propiedad es un robo".

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