Imprès des de Indymedia Barcelona : http://barcelona.indymedia.org/
Independent Media Center
Notícies :: sense clasificar
Grande Loja Nacional Portuguesa
15 oct 2004
O SUPREMO CONSELHO DE PORTUGAL mantém relações de Reconhecimento e Cooperação Maçónicas com outros SS.´.CC.´., seus congéneres no Mundo. Em Portugal, tal como sucede com todos os SS.´.CC.´. nos seus respectivos países, é na GRANDE LOJA TRADICIONAL (Grande Loja Nacional Portuguesa) que, exclusivamente recruta, de entre MM.´.MM.´., todos os seus membros.
CONSAGRAÃÃO

DO

SUPREMO CONSELHO DE PORTUGAL


Decorreu em Sintra, na Quinta da Regaleira, no dia 4 de Setembro de 2004, a consagração do SUPREMO CONSELHO DE PORTUGAL do RITO ESCOCÃS ANTIGO E ACEITE.



O SUPREMO CONSELHO DE PORTUGAL mantém relações de Reconhecimento e Cooperação Maçónicas com outros SS.´.CC.´., seus congéneres no Mundo. Em Portugal, tal como sucede com todos os SS.´.CC.´. nos seus respectivos países, é na GRANDE LOJA TRADICIONAL (Grande Loja Nacional Portuguesa) que, exclusivamente recruta, de entre MM.´.MM.´., todos os seus membros.



Sendo o SUPREMO CONSELHO DE PORTUGAL do RITO ESCOCÃS ANTIGO E ACEITE um Corpo Ritual autónomo, a sua autonomia resulta da sua própria tradição, nascido nos primórdios da Maçonaria Escocesa, tal como acontece com o Supremo Conselho da França. E dessa origem, reconhece nos membros da Grande Loja Nacional Portuguesa â Maçonaria Tradicional em Portugal, a representatividade da tradição e usos maçónicos desenvolvidos pelos nossos antepassados. Estes são, na verdade, inquestionavelmente, reconhecidos como membros de pleno direito e dignos representantes da maçonaria tradicional nos três graus simbólicos (Aprendiz, Companheiro e Mestre Maçom). No Tratado de Cooperação e Fraternidade com a Grande Loja Tradicional, cabe a esta a administração dos três primeiros graus, sendo que os restantes, do IV ao XXXIII, a sua administração são da inteira e exclusiva responsabilidade do Supremo Conselho.





Nesta cerimónia, foi ainda INSTALADO o SOBERANDO GRANDE COMENDADOR RICARDO PEREIRA, 33º, perante a transmissão regular, tradicional e ritual maçónica, em uso nos Supremos Conselhos regulares.

Os membros do Supremo Conselho de Portugal efectuaram uma visita à Quinta da Regaleira, explicando aos seus convidados o envolvimento da quinta com a mística maçónica. Esta Quinta da Regaleira nasceu, abruptamente, no meio de uma floresta luxuriante. Um sonho do seu criador, envolvido em sonhos mítico-mágicos do seu proprietário António Augusto Carvalho Monteiro, aliado ao talento do arquitecto-cenógrafo italiano Luigi Manini.

A imaginação destas duas personalidades invulgares concebeu, por um lado, o somatório revivalista das mais variadas correntes artísticas - com particular destaque para o gótico, o manuelino e renascença - e, por outro, a glorificação da história nacional influenciada pelas tradições míticas e esotéricas.

A Quinta da Regaleira é um lugar para se sentir. Não basta contar-lhe a memória, a paisagem, os mistérios.

Os membros dos SUPREMOS CONSELHOS amigos apreciaram a visita. O Supremo Conselho da França, para além de ser o primeiro e mais antigo da Europa (1804), comemora no presente ano o seu Bicentenário. O Supremo Conselho da França foi empreendido pelo Muito Ilustre Irmão Grasse-Tilly, que foi fundador nos Estados Unidos da América, com outros irmãos franceses e americanos, do Supremo Conselho da Jurisdição Sul.



A legitimidade maçónica está assegurada junto do Supremo Conselho de Portugal do Rito Escocês Antigo e Aceite e do seu Soberano Grande Comendador Ricardo Pereira, 33º, bem como de todos os membros do Conselho Supremo.



Ao conversarmos com Ã?lvaro Carva, grão-mestre da Grande Loja Nacional Portuguesa sobre este momento, salientou-nos: âé relevante a constituição do Supremo Conselho de Portugal do Rito Escocês Antigo e Aceite. Com critérios reconhecidos por quase uma trintena de Supremos Conselhos do Mundo, o Supremo Conselho de Portugal está preparado para receber e preparar os maçons mestres que desejem fazer a sua evolução maçónicaâ?.



Ao colocarmos a questão como vão conseguir atingir esse objectivo, o grão-mestre respondeu-nos que "o franco-maçom Escocês consegue atingir a verdade através do amor e da acção, virtudes que são praticadas" nas suas Lojas da Grande Loja Nacional Portuguesa. Insistiu que "as Lojas de Perfeição, Capítulos e Areópagos serão um dos meios para atingir esse conhecimento". Dessa forma, salienta-nos �lvaro Carva, "preparamos homens prontos a reponderem às suas contradições. Terão obrigação de, no futuro, trazerem respostas individuais às interrogações do próprio mundo moderno".



Colocando-lhe a questão sobre a consequência dessa formação, ficámos a saber pelo grão-mestre que âo trabalho em Loja não são a consequência de uma estratégia social para ajudar os homens a sair das misérias e das dificuldades materiais. Estas situações são competência dos partidos políticos e dos sindicatos. à maçonaria cabe o papel fundamental na sociedade de âconstruirâ? um homem com valores morais e espirituais preparados para as asperezas da vida social. Dessa forma, melhoramos o mundo. E, como consequência, os seus decisores passam a pensar com objectivos iniciáticos. Em funções, agirão em conformidadeâ?.



Que família escocesa é a vossa, foi a questão seguinte. Ã?lvaro Carva respondeu-nos que a âsuaâ? família é escocesa, grande e que partilham as suas opções através do pensamento e da vontade da afirmação e influênciaâ?. âReparar, manter e transmitir a Ordem Escocesa é reconhecer e perpetuar o sentido e a riqueza do Rito Escocês Antigo e Aceiteâ? â insistindo nos seus propósitos de enaltecer o rito maçónico.







CAIXA

O RITO ESCOCÃS ANTIGO E ACEITE





O Rito Escocês Antigo e Aceite não nasceu num dado momento. Estruturou-se através de sínteses sucessivas que ordenavam os graus escoceses praticados em cada época. Os textos fundamentais que serviram de base a essas sínteses demarcam a sua história. Cada um deles assinala uma etapa dessa estruturação que se produziu progressivamente, conduzindo, nos princípios do século XIX, à constituição do Rito hoje praticado.



A necessidade de zelar, hoje, pela conservação e promoção do Rito Escocês Antigo a Aceite, na Europa, em �frica e em todo o mundo, impõe, por essas razões, a criação do Supremo Conselho de Portugal.







CAIXA

CAIXA

Resumo dos Elementos Fundamentais

do Rito Escocês Antigo e Aceite






Os âSublimes graus do Escocismoâ? que completam a série dos três primeiros graus surgidos do ofício, devem o seu nome ao primeiro deles, o de Mestre Escocês, aparecido em Londres, até 1733. Aqueles Mestres Escoceses, que pensavam constituir uma âOrdem superior da Maçonariaâ?, denominaram-se assim em homenagem ao papel decisivo julgado pelos maçons do Reino do Norte na conservação dos segredos do Arco Real, caídos em desuso em Inglaterra depois do Renascimento e da Reforma.



Enquanto os Antigos Deveres, tal como ficaram reflectidos nas Constituições de Anderson, estabeleciam uma relação directa entre as narrativas lendárias do Ofício e a Maçonaria especulativa, um texto como o Discurso de Ramsey (1736-1738) assinala na Ordem maçónica uma origem cavalheiresca que remota, pelo menos, ao tempo das cruzadas. Os historiadores opinam, geralmente, que o Cavaleiro de Ramsey não teve nenhuma participação directa no nascimento e desenvolvimento dos graus cavalheirescos, mas que contribuiu com o seu discurso para dar um novo carácter ao Escocismo francês. Em vigor até 1748, o âCavaleiro do Orienteâ?, primeiro no tempo dos graus cavalheirescos praticados em França, subordinou a Maçonaria francesa a uma via original que devia distingui-la, com o tempo, da Maçonaria inglesa da qual havia nascido.



O desenvolvimento do Escocismo, que conhecerá um período de crescimento nos primeiros anos da década de 1760, é um fenómeno surgido na Europa continental em que a França desempenhou um papel preponderante. Não deve nada à Inglaterra, posto que os contactos entre maçons franceses e ingleses viram-se deteriorados como consequência das guerras em que se confrontaram ambos os países. A Alemanha não foi alheia a esse desenvolvimento, já que era dali donde procedia a lenda templária que se devia coroar os graus cavalheirescos que constituem a principal especificidade da Tradição escocesa. A proliferação destes graus, no final dos anos seguintes, acentuou ainda mais a diferença existente entre o Escocismo francês e a Maçonaria inglesa.

A divisa ORDO AB CHAO, adoptada pelos fundadores do Rito, cujo sentido implica a acção de um princípio de ordem organizador e regularizador do caos inicial, sinalizava a sua vontade de por fim, definitivamente, à situação gerada pela anárquica proliferação de graus escoceses. A fundação do Rito Escocês Antigo e Aceite, como anteriormente a da Maçonaria de Perfeição, que adoptava o conjunto de graus, punha em prática graus praticados já anteriormente em França e nas Antilhas. Assim, o Rito viu a luz na América, segundo influência francesa.



As Grandes Constituições impõem como obrigatório para cada Supremo Conselho, assegurar a perenidade do Rito Escocês Antigo e Aceite preservando-o de todas as alterações que podem provocar as vicissitudes históricas. Para assumir esta função, os Supremos Conselhos devem, não só conservar as instituições que propiciam as estruturas ao Rito, mas também os rituais, veículos do corpus simbólico que lhes conferem a sua dimensão espiritual.



No outro lado do Atlântico, a prática do Rito Escocês Antigo e Aceite não se distingue essencialmente dos usos da maçonaria anglo-saxónica. Por essa razão nem sempre percebida com claridade, a terminologia utilizada na América e na Europa continental pela Maçonaria anglo-saxónica não expressa as mesmas realidades, seja em relação ao trabalho maçónico, à prática dos rituais, à utilização dos símbolos ou à evocação do Grande Arquitecto do Universo. Essa terminologia comum, que parece demonstrar a unidade do Rito apesar da realidade, aumenta a confusão e a incompreensão recíproca. Nesse contexto, as inovações introduzidas pelos Supremos Conselhos americanos têm consequências graves. Agravam as fracturas aparecidas no seio do Rito atentando contra a sua identidade e o seu carácter universalista. Citemos algumas das mais significativas:



- Limitação, de facto, da prática do Rito aos graus 32º e 33º.

- Introdução de graus locais estranhos à sua tradição, como os graus George Washington e Thomas Jefferson.

- Abandono da referência ao Rei Salomão e ao Templo de Jerusalém.



Separado das suas raízes por inovações que ignoram as fontes autênticas, sem respeitar os textos fundacionais, o Rito está exposto a uma degeneração.



A protecção e a conservação do Rito Escocês Antigo e Aceite implica um regresso às fontes. Por isso o desejo de ser assegurada pelo SUPREMO CONSELHO DE PORTUGAL, associado à GRANDE LOJA NACIONAL PORTUGUESA - MAÃONARIA TRADICIONAL EM PORTUGAL, os legítimos herdeiros, regular e maçonicamente constituídos, tal como foi, é, e será, a legitimidade maçónica. Esta assim assegurado o reconhecimento da concórdia do RITO ESCOCÃS ANTIGO E ACEITE
Mira també:
http://GLNP@mail.pt
http://glnp@mail.pt

This work is in the public domain

Comentaris

Re: Grande Loja Nacional Portuguesa
15 oct 2004
i a mi que m,importa tot això!
Re: Grande Loja Nacional Portuguesa
26 jun 2005
A GLNP é o resultado- entre outras coisas - de maquinações de doentes delíricos (Alvaro Carva, Varela de Matos, Humberto Xavier, etc...) e de expulsos de outras obediências. Foi construída com papeis falsificados, assinaturas falsificadas, chantagens, extorsões, mentiras cruzadas, enfim... denúncias de nomes à imprensa... até um dia,em que tudo será devidamente revelado.
Sindicat Terrassa